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Internacionalização

Objetivos

A internacionalização do ISDOM assenta em dois grandes objetivos:

  • Estimular a mobilidade de estudantes, docentes e pessoal não docente;
  • Dinamizar a cooperação internacional com empresas, organizações e outras IES.

Mobilidade e Cooperação Científica

O ISDOM pretende prosseguir a sua orientação em projetos e ações de mobilidade, privilegiando as instituições de ensino superior dos países de língua portuguesa, bem como com seus parceiros de redes internacionais (europeus e não-europeus).

O ISDOM está a apostar na participação em Networks de Investigação.

O ISDOM com o objetivo de desenvolver e integrar redes de investigação, sustentadas por uma participação e integração em projetos específicos com outras universidades, encontra-se a:

  • Desenvolver acordos bilaterais entre instituições de ensino superior europeu;
  • Promover a participação em redes internacionais de e-learning e a ampliar a cooperação em outras áreas de interesse para a oferta pedagógica do ISDOM;
  • Apostar na criação de um Campus Virtual do ISDOM, suportado por uma melhoria do uso atual de TIC e de outras novas tecnologias de e-learning de forma a enriquecer o ensino, a melhorar ferramentas de aprendizagem e avaliação;
  • A participar em projetos e ações inovadores baseados em TIC, metodologias e serviços, visando a promoção e a inovação na aprendizagem ao longo da vida;
  • Desenvolver a cooperação com instituições e/ou países de língua portuguesa que pretendam igualmente desenvolver os seus modelos de internacionalização;
  • Desenvolver programas de intercâmbio de docentes, investigadores e pessoal técnico qualificado com universidades no mundo;
  • Implementar novos ambientes de aprendizagem e reforçar a infraestrutura de transferência de conhecimentos.

Estudante Internacional

É estudante internacional o estudante que não tem nacionalidade portuguesa. 

Os estudantes internacionais mantêm a respetiva qualidade até ao final do ciclo de estudos em que se inscreveram inicialmente ou para que transitem ainda que, durante a frequência do ciclo de estudos, lhes venha a ser concedido o estatuto de igualdade de direitos e deveres ao abrigo de tratado internacional outorgado entre o Estado Português e o Estado de que são nacionais. Excetuam-se os estudantes internacionais que adquiram a nacionalidade de um Estado membro da União Europeia. Nesses casos a cessação da aplicação do estatuto de estudante internacional produz efeitos no ano letivo subsequente à data de aquisição da nacionalidade.

Concurso especial de acesso e ingresso

Sem prejuízo de situações de reingresso ou mudança de par instituição/curso, o ingresso dos estudantes internacionais é, nos termos da legislação aplicável e do regulamento d Estudante Internacional do ISDOM, concretizado através de um concurso especial de acesso e ingresso.

Condições de acesso

Podem candidatar-se à matrícula e inscrição nos ciclos de estudos, a que se refere o n.º 1 do artigo n.º 1, do Regulamento, os estudantes internacionais:

  1. Titulares de uma qualificação que dê acesso ao ensino superior, entendida como qualquer diploma ou certificado emitido por uma autoridade competente que ateste a aprovação num programa de ensino e lhes confira o direito de se candidatar e poder ingressar no ensino superior no país em que foi conferido;
  2. Titulares de um diploma de ensino secundário português ou de habilitação legalmente equivalente.

Diplomas e certificados

Os diplomas e certificados referidos têm de evidenciar as circunstâncias da sua emissão de forma fidedigna e devem ser autenticados pelo Consulado Português no país emitente ou, se for caso disso, apostilados, nos termos da Convenção de Haia e traduzidos para a língua portuguesa por tradutor ajuramentado quando estiverem elaborados em língua diferente da portuguesa, espanhola, francesa ou inglesa.

Dos diplomas e certificados referidos tem de constar, obrigatoriamente, a escala de classificação e a classificação final obtida no programa de ensino.

Condições de ingresso

Para efeito de ingresso no respetivo ciclo de estudos, os estudantes internacionais têm obrigatoriamente que demonstrar:

  1. Qualificação académica específica para ingresso nesse ciclo de estudos;
  2. Conhecimento da língua ou línguas em que o ensino vai ser ministrado;
  3. Cumprimento dos pré-requisitos, quando for caso disso, nos termos da legislação aplicável.

A verificação da qualificação académica específica:

  1. Incide sobre as matérias das provas de ingresso fixadas para o ciclo de estudos, em causa, no âmbito do regime geral de acesso e ingresso;
  2. Deve assegurar que os estudantes internacionais têm conhecimento nas matérias das provas de ingresso de nível e conteúdo equivalentes aos dos estudantes admitidos através do regime geral de acesso e ingresso regulado pelo Decreto-Lei n.º 296 -A/98, de 25 de setembro, na sua redação atual.

Os estudantes internacionais devem ter um nível de conhecimento da língua adequado ao ciclo de estudos a que se candidatam, a demonstrar por uma das seguintes vias:

  1. A língua da sua qualificação académica é a língua da frequência para o ciclo de estudos a que se candidata;
  2. Apresentação de certificado comprovativo de um domínio independente da língua em causa (nível B2, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas);
  3. A realização no ISDOM de uma prova destinada à verificação da satisfação do nível de conhecimentos da língua requerida.

A verificação da satisfação dos pré-requisitos que tenham sido fixados para o par instituição/ciclo de estudos em causa.

A verificação a que se referem as alíneas a) e b) do n.º 1, do Regulamento, pode ser feita através de prova documental ou por exame escrito, eventualmente complementados por exames orais.

Anualmente, serão definidos por despacho do Diretor as condições perante as quais a verificação da condição de ingresso será feita por apresentação de prova documental, bem como da forma de cálculo da nota de candidatura.

Nas restantes situações, a verificação da satisfação das condições de ingresso é feita através da realização de exames escritos.

Os exames escritos são realizados na língua ou línguas em que o ensino vai ser ministrado.

Os exames escritos são elaborados por um júri de avaliação nomeado pelo Diretor composto por três membros do Conselho Técnico-Científico a quem cabe produzir, aprovar os modelos de exame escrito, definir critérios de avaliação, bem como supervisionar o decorrente serviço de exames.

Todos os documentos relacionados com a verificação da satisfação das condições de ingresso, incluindo os exames escritos realizados pelos estudantes internacionais, integram o seu processo.

Candidaturas

As candidaturas são apresentadas diretamente ao Instituto Superior D. Dinis, em função da prévia definição de fases e prazo de candidatura.

A candidatura à matrícula e à inscrição é realizada através do concurso especial a que se refere o artigo 4.º, mediante a verificação do cumprimento das condições de acesso e de ingresso previstas nos artigos 5.º e 7.º do regulamento.

A candidatura é válida apenas para o ano em que se realiza.

Seriação dos candidatos

  1. A seriação dos candidatos a cada ciclo de estudos é feita por ordem decrescente da classificação final.
  2. A nota final de candidatura é expressa numa escala de 0 a 200.
  3. A nota final de candidatura tem de ser igual ou superior a 95 pontos.
  4. Em caso de empate, o estudante com menos idade tem preferência no preenchimento da vaga.

Estudante em situação de emergência por razões humanitárias

Para efeitos do regulamento, são estudantes em situação de emergência por razões humanitárias os que sejam provenientes de países ou regiões em que prevaleça uma situação reconhecida de conflito armado, de desastre natural, de violência generalizada ou de violação de direitos humanos, de que resulte necessidade de uma resposta humanitária.

Pode requerer a aplicação do estatuto de estudante em situação de emergência por razões humanitárias quem se encontre numa das situações previstas nos n.ºs 2 e 3 do artigo 8.º-A do Decreto-Lei n.º 36/2014, de 10 de março, na redação dada pelo Decreto -Lei n.º 62/2018, de 6 de agosto.

Cabe ao estudante internacional em situação de emergência por razões humanitárias apresentar o seu pedido de aplicação do respetivo regime o qual deve ser acompanhado por documentação emitida pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados ou pela Organização Internacional para as Migrações comprovativa de que o estudante está em condições de usufruir do regime jurídico em causa.

O estatuto de estudante em situação de emergência por razões humanitárias pode ser requerido pelos estudantes que se encontrem já matriculados e inscritos no ISDOM, com efeitos a 7 de agosto de 2018, ainda que não tenham ingressado através de concurso especial de acesso e ingresso para estudantes internacionais.

Documentação

Os estudantes internacionais devem apresentar no ato de candidatura ao concurso especial de acesso e ingresso os documentos seguintes:

  1. Boletim de candidatura, devidamente preenchido;
  2. Declaração, sob compromisso de honra, de que o candidato não tem nacionalidade portuguesa, nem está abrangido pelas exceções previstas na lei e no artigo 2.º do presente regulamento;
  3. Diploma ou certificado emitido por uma autoridade competente que ateste a aprovação num programa de ensino e confira ao seu titular o direito de se candidatar e poder ingressar no ensino superior no país em que foi obtido ou documento comprovativo da conclusão do ensino secundário português ou equivalente;
  4. Documento que ateste o conhecimento da língua de ensino do curso a que se candidata;
  5. Fotocópia do passaporte ou de outro documento legalmente equivalente.

Os estudantes internacionais devem, igualmente, satisfazer o pagamento do emolumento respeitante à candidatura constante da tabela em vigor.

Os estudantes internacionais em situação de emergência por razões humanitárias, quando não possam comprovar documentalmente que estão abrangidos pela alínea a) do artigo 5.º deste regulamento:

Realizam entrevista com o diretor do ciclo de estudos em que se pretendem inscrever com o objetivo de verificar as razões pelas quais não é possível comprovar documentalmente a sua qualificação académica;

Assinam declaração, sob compromisso de honra, em como são titulares de qualificação académica, especificando-a, que lhes confere o direito de se candidatar e poder ingressar no ensino superior no país em que foi conferida.

Ação social

O ISDOM com a colaboração de entidades relevantes toma iniciativas destinadas a promover a integração académica e social dos estudantes internacionais, organizando ações consideradas adequadas a uma participação ativa, nomeadamente nos domínios da língua, da cultura, da ciência, e da tecnologia da saúde e do desporto.

Matrícula e inscrição

Os candidatos admitidos devem realizar a sua matrícula e inscrição no prazo fixado no calendário respetivo para o efeito.

A presente informação não dispensa a leitura do Regulamento do Estudante Internacional do ISDOM, regulamento nº315/2019 publicado no Diário da República, 2ª série, nº 65, de 2 de abril de 2019.

Outras Informações úteis

Candidatos com ENEM

Para cada ano letivo só será válido todo o ENEM que tenha sido realizado no ano civil da candidatura ou nos três anos anteriores e no qual os candidatos tenham obtido uma classificação igual ou superior a 95 pontos, numa escala de 0-200. 

Equivalências das provas ENEM

Os alunos com Exame Nacional do Ensino Médio ENEM (Brasil) válidos ou que tenham realizado as provas nacionais de ingresso para titulares do ensino secundário português ficam dispensados da realização das provas internas. 

Vistos

Na página do SEF encontra todo os tipos de vistos e qual a documentação necessária para os obter na Embaixada de Portugal em Brasília ou num dos vários consulados de Portugal no Brasil. 

Os documentos necessários são os seguintes:

  • Passaporte;
  • 3 fotos 3x4 (fundo branco);
  • Registro criminal;
  • Seguro de saúde internacional;
  • Prova de residência em Portugal (a fornecer pela Instituição de ensino de acolhimento ou pelo estudante)
  • Comprovativo de meios de subsistência em Portugal (Contracheque / Extrato de conta bancária aberta em Portugal)
  • Carta de Aceitação;
  • Boletim de vacinas;
  • Certificado de habilitações

ERASMUS +

Estratégia – aposta na internacionalização

O ISDOM é uma Instituição de Ensino Superior que se dedica à criação, transmissão crítica e difusão de cultura, ciência e tecnologia. Através da articulação do seu ensino, investigação científica, animação social, e ações de voluntariado, presta a sua atividade, não só atenta ao desenvolvimento cultural, científico e técnico da Marinha Grande, Portugal, mas também da Europa e de países não pertencentes à União Europeia. 

Atualmente assistimos a uma globalização da sociedade. Deste modo, torna-se urgente e essencial, para o ISDOM e para todas as instituições de ensino superior, garantir o acompanhamento e evolução das necessidades e exigências de um mundo global. Não apenas na contribuição da preparação de graduados com as habilidades e competências necessárias para viver e trabalhar nesse contexto, mas também incrementando o capital humano altamente qualificado em espaço Europeu. Assim, o plano estratégico do ISDOM define como objetivos estratégicos a aposta na internacionalização e modernização. Para atingir as metas definidas nesse plano, o ISDOM propõe alcançar objetivos específicos através de ações, tendo por base os acordos interinstitucionais já existentes e estabelecendo novas parcerias estratégicas com instituições de ensino superior e empresas em países da União Europeia e fora da União Europeia. A ECHE (Erasmus Charter for Higher Education) é uma ferramenta privilegiada na obtenção da estratégia do ISDOM por facilitar a realização dos seguintes objetivos estratégicos:

  • Desenvolver a mobilidade de estudantes, professores e funcionários (KA1). Para executar esta política serão incrementadas ações concretas visando: (1) ampliar o número de parcerias bilaterais para mobilidade (ERASMUS +); (2) aumentar o número de parcerias e de participações de professores e alunos em projetos internacionais; (3) promover ativamente a mobilidade de estudantes, professores e funcionários; (4) criar incentivos financeiros que apoiem estudantes, professores e funcionários em mobilidade; (5) afetar os recursos humanos e materiais necessários na receção de professores, funcionários e alunos em mobilidade; (6) aumentar as suas capacidades académicas, profissionais e pessoais; (7) incrementar a abrangência da formação humana, cultural, científica e técnica em espaço europeu;  (8) inserir os alunos em empresas da União Europeia, para realizarem estágio curricular.
  • Alargar a cooperação em projetos com organizações e instituições (KA2). O processo de internacionalização do ISDOM passa por desenvolver parcerias que lhe permitam integrar consórcios e parcerias para o desenvolvimento de projetos, nomeadamente ao nível das ações chave 2 (KA2). O seu intuito visa: (1) promover atividades que contribuam para que o ISDOM seja um espaço de desenvolvimento dos valores europeus, e de promoção da cidadania europeia, através do intercâmbio de práticas com empresas; (2) participar ativamente no sistema de ensino superior europeu através do intercâmbio de práticas com instituições de ensino superior; (3) prestar serviços numa perspetiva de valorização recíproca, racionalização e aproveitamento máximo dos recursos dos países pertencentes ao consórcio; (4) cooperar no desenvolvimento do país, através da aproximação entre povos e culturas, com especial relevo, países europeus. (5) aumentar o trabalho colaborativo de inovação e desenvolvimento de projetos com empresas e instituições de ensino superior, pertencentes à união europeia.
  • Incrementar a cooperação científica internacional (KA3). O processo de internacionalização passa também pelo envolvimento da instituição em redes e grupos de cooperação sobretudo ao nível de projetos de cooperação com instituições pertencentes ao espaço dos países pertencentes à União Europeia. Com essa finalidade serão desenvolvidas as seguintes ações específicas: (1) aumentar os protocolos para participação em redes de investigação; (2) alargar a participação em projetos internacionais; (3) realizar investigação científica aplicada em contexto de trabalho Europeu (e.g., estágios europeus); (4) criar incentivos financeiros que apoiem os docentes e os estudantes em cooperação científica internacional; (5) desenvolver estudo de casos europeus com empresas (e.g., projetos); (6) ampliar os meios de divulgação e a projeção de todas as áreas científicas;

 

Divulgação das mobilidades

As atividades de mobilidade e de investigação científica são difundidas por todos, sem exceção. Assim, no que respeita à divulgação das mobilidades:

  • Estudantes: a divulgação do Programa ERASMUS+ juntos dos estudantes é feita de várias formas:
    • Painel de informação digital – instalado no átrio da instituição;
    • Cartazes – afixados nos locais destinados para o efeito;
    • Moodle – plataforma de trabalho para todos os estudantes;
    • Email – com informação sobre a abertura de Candidaturas;
    • Sessões de Divulgação – Realizadas em sessões gerais e também, em alguns casos, para turmas especificas. 

Os critérios de seleção são públicos e do conhecimento de todos, e fazem parte do Guia ERASMUS+ da Instituição que está disponível online. A divulgação dos resultados também é pública e divulgada de modo que todos os interessados tenham acesso.

    • outros canais digitais – redes sociais.
  • Pessoal docente: a divulgação do Programa junto do Corpo docente é feita por:
    • email com a abertura do período de candidaturas.
    • sessões de Informação sobre as atividades de mobilidade, processo de candidatura e procedimentos. 

Nas sessões são ainda expostas as demais ações do Programa, KA2 e KA3. Com informação geral sobre cada uma das ações, indicação de datas e deadlines, principais fontes de informação, formas de encontrar possíveis parcerias.

  • Pessoal não docente: é feita a divulgação das oportunidades de mobilidade via email das oportunidades e sempre que se verifica interesse fazem-se sessões de esclarecimento individuais.

Em todos os casos são sempre apresentados os apoios adicionais, disponibilizados pelo Programa e pelo ISDOM, para pessoas com necessidades especiais e, no caso dos apoios próprios, também os apoios financeiros adicionais, nomeadamente, a redução das propinas durante os períodos de mobilidade – para os estudantes e, o pagamento das despesas que excedam os valores das bolsas nas mobilidades de staff, quer para ensino, quer para formação.

O ISDOM é uma instituição de ensino superior caracterizada pela proximidade, onde todos se conhecem e na qual as relações são muito próximas e todas as situações tratadas, quase, de forma individual atendendo a situação e às particularidades de cada estudante, sempre numa perspetiva de igualdade de acesso e condições, dando muita importância à inclusão de todos. É também nestes termos que a instituição pretende implementar as mobilidades de estudantes docentes e funcionários inbound e outbound – apoiando todos os interessados na mobilidade outbound, atendendo às suas necessidades; integrando todos os que decidirem realizar um período de mobilidade no ISDOM.

ECTS Credit System

No ISDOM os ECTS – European Credit Transference System são utilizados em todos os Programas de Estudo desde o ano letivo 2005/2006, de acordo com a implementação da Declaração de Bolonha no Ensino Superior em Portugal. A restruturação foi realizada tendo como base de linhas de orientação emanadas da tutela:

  • O trabalho a tempo inteiro, de um ano curricular, corresponde a 60 créditos; os períodos curriculares inferiores ao ano são creditados na proporção que representem do ano curricular, sendo os mais frequentes o semestre (30 créditos) ou o trimestre (20 créditos). 
  • O trabalho de um ano curricular é cumprido em 40 semanas, num total de 1500 horas.
  • Um crédito ECTS corresponde a um número de horas de trabalho compreendido entre 25 e 28h.
  • As horas de trabalho estimadas para o estudante médio, incluem todas as formas de trabalho previstas para a unidade curricular, desde horas de contacto a tempo dedicado a Estágios, Projetos, trabalhos de campo, estudo de casos e avaliação.

Todos os cursos têm unidades curriculares às quais correspondem ECTS. A informação está disponível neste site em várias línguas (Português, Inglês, Francês, Alemão e Espanhol).

ECTS Users’ Guide

Gabinete de Relações Institucionais

O Gabinete de Relações Institucionais (GRI) é o Serviço responsável pela preparação e gestão dos Acordos Interinstitucionais, em articulação com a Direção do ISDOM e com as Direções de Curso. 

Sempre que existe um convite de parceria, é avaliado com a Direção e Curso e com a Direção do Instituto, em termos de:

  1. compatibilidade de programas de estudo;
  2. atividades possíveis;
  3. números de mobilidades;
  4. duração das atividades – sempre e quando representa uma mais-valia ou corresponde a um complemento para os nossos estudantes, staff e programa de estudos, é dado andamento ao processo. 

Em algumas ocasiões, os pedidos de parceria são feitos pelas Direções de Curso. Quando assim acontece, o GRI envia à instituição um convite de parceria. Uma vez formalizado o I-IA, será assinado por ambas as partes (no ISDOM, todos os I-IA’s são assinados pela Diretora da Instituição), e é iniciada a divulgação da nova oportunidade junto de estudantes e staff, e disponibilizada a informação na Página Internacional. 

Sempre e quando há atualização da informação de relevo na Instituição, é enviado a todos os parceiros uma comunicação com as respetivas atualizações. Na preparação de cada semestre de mobilidade é enviado aos parceiros, um email com a informação relativa a datas de nomeações e candidaturas; datas do semestre (período letivo e avaliações) informação sobre alojamento e outras informações de referência para estudantes inbound.

 

 

 

 

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